As 6 maiores tendências do varejo para 2021

Com um novo ano se aproximando, os empreendedores começam a pensar em opções para abrir ou atualizar os seus negócios para o próximo período. É por isso que conhecer as tendências do varejo para 2021 é interessante para você, que se encaixa em alguma dessas categorias.

O ano de 2021, vale lembrar, deverá ser marcado pela retomada da economia, após um grande período de recessão, gerado pela pandemia do novo coronavírus. 

Caso a curva de contaminações siga em declínio e uma vacina seja aprovada ainda nos primeiros meses do próximo ano, o mercado deve aquecer ainda mais e esse é um excelente momento para os empreendedores tirarem as suas ideias do papel.

Veja quais são as 6 tendências do varejo para 2021

Para que você possa aproveitar ao máximo o cenário do próximo ano, inovando no seu negócio ou começando uma nova empresa, listamos as principais tendências do varejo para 2021. Confira, a seguir!

1. Mobile commerce

A pandemia da Covid-19 fez com que a transformação digital fosse muito acelerada. Pessoas que nunca tinham comprado pela internet passaram a fazer esse tipo de compra, por exemplo. A justificativa para isso é o isolamento social, tido como uma das  únicas opções para evitar a disseminação descontrolada do vírus.

Isso despertou nas empresas do comércio varejista, como as lojas de roupa, os supermercados, entre outras, a necessidade de investir em mobile commerce, desenvolvendo os seus próprios aplicativos.

A popularização do mobile commerce, por meio de aplicativos próprios ou de marketplaces, deve continuar crescendo no próximo ano. Por isso, vale a pena para os empresários da área  investirem nesse segmento.

2. Conveniência autônoma

Em 2020, a conveniência autônoma também começou a ganhar força no Brasil. O modelo, que já existe em países da Europa e nos Estados Unidos, começou a ser implementado em nosso país, por meio de empresas como a Onii.

Nas lojas de conveniência autônoma, os clientes não têm contato com funcionários. Eles acessam o estabelecimento por meio de um aplicativo, escolhem os produtos que desejam comprar e fazem o pagamento, totalmente de maneira online.

As lojas de conveniência autônoma contribuem para uma cultura de hiper conveniência do varejo, que possibilita aos consumidores comprar os produtos que eles necessitam na hora.

Isso acontece porque as lojas de conveniência autônoma se localizam nos espaços em que as pessoas se encontram no seu dia a dia. Elas podem ficar em uma empresa ou em um container no pátio do condomínio.

De tal maneira, se os funcionários de uma empresa quiserem fazer um lanche, eles não precisam sair da organização e ir até uma padaria ou mercadinho próximo. Haverá uma loja com os produtos que eles desejam em  uma área comum, onde poderão fazer o consumo.

O mesmo vale para uma dona de casa que está preparando o almoço e percebe que faltou sal em casa, por exemplo. Em vez de se deslocar até um supermercado, ela poderá ir até o pátio do condomínio e fazer a compra, de forma prática, simples e rápida.

3. E-commerce

Assim como o mobile commerce, também tem crescido o e-commerce, que são as compras digitais, feitas por meio de sites. Esse é outro segmento que já estava em ascensão, mas que cresceu ainda mais com a pandemia.

Muitas lojas e supermercados, que antes atendiam apenas de forma física, passaram a investir também nas plataformas digitais. Dessa forma, é possível atender a todos os clientes, independentemente deles poderem ir até à loja ou não.

4. Marketing sensorial

O crescimento das estratégias de marketing sensorial também é um reflexo da pandemia. Isso se justifica porque muitos clientes ainda não se sentem confortáveis para voltar a frequentar locais em que há grande circulação e concentração de pessoas.

Para que esses consumidores voltem a frequentar os estabelecimentos comerciais, será necessário investir em algum tipo de chamariz. É aí que entra o marketing sensorial, que explora os sentidos dos consumidores, como o paladar, a audição, o tato, o olfato e a visão.

Nesse tipo de estratégia se desenvolvem ações como o uso da psicologia das cores para estimular a compra de determinados produtos, a criação de playlists personalizadas, com músicas que tornam a experiência mais agradável.

5. Produtos saudáveis

As pessoas estão cada vez mais se conscientizando sobre a importância de terem uma alimentação saudável e optando por itens que ajudem a garantir uma boa saúde e qualidade de vida.

Além disso, por passarem mais tempo em casa, em 2020, muitas pessoas cometeram exageros na alimentação e deixaram de praticar exercícios físicos regularmente. Agora é chegado o momento de “correr atrás do prejuízo” e é por isso que as linhas de produtos saudáveis e fitness devem estar ainda mais em alta nos próximos meses.

6. Realidade aumentada

A realidade aumentada é uma tecnologia que cresceu muito em 2020 e deve se tornar ainda mais popular em 2021. O QR Code é um dos exemplos mais utilizados e que hoje já faz parte do dia a dia das pessoas.

Para entrar nas lojas autônomas, por exemplo, é preciso fazer a leitura de um QR Code na maçaneta do estabelecimento. O mesmo acontece para fazer pagamentos com o Pix, novo meio digital lançado pelo Banco Central, que transfere dinheiro entre contas em apenas 10 segundos.

Essas são algumas das maiores tendências do varejo para 2021. Agora você está bem informado sobre o assunto e poderá ter mais sucesso nos seus negócios.

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